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| Um exemplo de solidariedade |
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Sua existência foi dedicada à vida religiosa “eu senti o chamado, e desde então soube que era a minha missão”, a Irmã Rosina Weber conta para a revista Perfil sobre o seu Dom de fazer caridade e o prazer que isto proporciona à sua vida.
Prestes a completar 72 anos, a Irmã Missionária Serva do Espírito Santo- Rosina dedica a sua vida para cuidar de quem precisa. Há 6 anos é a coordenadora do “Lar São José” em Três Passos. Trata-se de um asilo para idosos, uma instituição filantrópica que tem o objetivo unicamente caritativo.
A irmã Rosina é natural da cidade de Porto União no Estado de Santa Catarina, filha caçula de uma família de 10 irmãos, Rosina sentiu que sua vida deveria seguir no caminho religioso aos 7 anos, “aos 11 anos senti vivamente o chamado, mas não recebi o apoio da minha família, meu pai não favoreceu-me esta chance, e com isso fiquei revoltada, e comecei ir em bailes. Com 14 anos eu tinha um namorado, um dia mandei um bilhete para ele, dizendo que me esquecesse para o resto da vida”. E foi assim que Rosina foi para o convento que era seu maior sonho. Aos poucos a família foi aceitando sua decisão.
Estudou até os 20 anos em Belo Horizonte, após, seguiu para São Paulo, para dar continuidade a sua formação religiosa, permanecendo la por 3 anos. Cursou o magistério em Ponta Grossa no Paraná, de lá mudou-se para a cidade de Medianeira na região oeste do Estado do Paraná onde trabalhou como diretora de uma escola. Aos finais de semana cursava a universidade na cidade de Palmas no Tocantins “eram 13 horas de viagem em estrada de chão para chegar à faculdade”. Formou-se em Pedagogia e Administração Escolar. Durante 19 anos dedicou-se a administrar escolas, até que, segundo ela, não tinha mais idade para trabalhar neste ramo, e decidiu vir para Três Passos, pois sabia que precisavam da sua ajuda.
O Lar São José, abriga 60 pessoas e recebe idosos acima de 60 anos, conta com 28 funcionários todos remunerados, entre eles, diversos profissionais da saúde, como enfermeira e técnicas de enfermagem, psicóloga, fisioterapeuta e nutricionista, além do apoio de um médico voluntário e duas freiras igualmente sem remuneração. A rotina no lar é bastante trabalhosa conta a Irmã “iniciamos as 7h e 30min, com banhos e café para todos, à tarde todos podem receber suas visitas e dedicar-se à atividades como caminhas, jogos, enfim que são proporcionadas pelos profissionais que aqui trabalham, todos são livres, e a nossa missão é zelar pelo bem estar físico, psíquico, social e espiritual dos idosos, contribuindo para que todos tenham uma vida digna e saudável”.
O Lar São José é um referencial na região, um lugar que favorece as relações fraternas e proporciona um convívio harmonioso e feliz para todos “o nosso lema é valorizar a vida e resgatar a alegria de viver e conviver dos idosos” diz, acrescentando que “nós fazemos o máximo para mantê-los vivos, nosso objetivo é a vida deles”. Mas o lar São José precisa de ajuda, “todos os idosos colaboram com suas aposentadorias, mas isso normalmente não é o suficiente, além de alimentação e o salário dos funcionários é preciso comprar remédios e fraldas” completa a irmã Rosina. Todo apoio é sempre bem vindo. Para quem deseja ajudar, o telefone é (55) 3522 22 38. |
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| Escrito por:Karine Hasse - 11/01/2010 18:12 |
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| Categoria(s):
Sem Categoria |
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| Um exemplo de superação e muito bom humor |
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Os Gêmeos Luiz Gustavo e Luiz Henrique Bairros de 9 anos, parênteses para o comentário de Henrique “eu sou um minuto mais velho”, cursam o 4º ano do ensino fundamental e levam uma vida normal apesar de sua deficiência física. Os irmãos nasceram com uma doença genética rara, uma distrofia muscular, que começou a ser percebida quando os meninos começaram a dar seus primeiros passos, a doença consiste no encurtamento dos tendões. Luis Henrique fez uma cirurgia quando tinha 1 ano e meio e Luiz Gustavo realizou uma pequena cirurgia apenas, com a finalidade de alongar os tendões. O único tratamento possível é através de células tronco, a família está esperando a oportunidade de realizar esta experiência na China, “voltar a andar é um sonho para eles e para toda a família” diz a mãe Marisa cheia de esperanças. O casal Marisa e Luis Carlos Bairros, tem uma filha mais velha, Keiti, de 19 anos, e que jamais desenvolveu qualquer deficiência.
Os dois meninos têm excelente desempenho escolar, além de realizar demais atividades, como aulas de violão, bateria, teatros e representações na escola. Gustavo e Henrique, os manos como são conhecidos, adoram jogar bola com os amigos, de uma maneira diferente inventada por eles, afinal, eles consideram muito divertido brincar, mas a principal diversão é o vídeo game. A dedicação da mãe é em tempo integral, são 3 seções de fisioterapia durante a semana, e muita disposição de ambos.
Acreditar, e levar a vida com muito bom humor, é assim que os Gêmeos vivem, divertindo se com os colegas da escola, sentido-se fortes e com muita capacidade de ação. A relação com os amigos do colégio é de total harmonia, pois a energia que os irmãos transmitem é contagiante. A inocência das crianças não permite nenhum tipo de discriminação e todos estabelecem uma relação de amizade com os irmãos. Tanta força de vontade é surpreendente e auxilia na auto estima além de ser um exemplo para muitas pessoas, alcançar novos desafios e superar limites são características positivas na vida.
Os meninos estão crescendo e a casa precisa de adaptações, mas a família não dispõe de condições, mas sim de muitas idéias. Como todos são muito queridos pela comunidade, muitos amigos se disponibilizam para ajudar. A nova tarefa é ir para o Caldeirão do Huck, no quadro “lar doce lar”, para isso, um grupo de amigos está se mobilizando. Diversas cartas já foram enviadas, e um blog criado para juntar seguidores da causa, que com certeza é muito nobre. Quanto mais adeptos ao blog melhor, portanto entre no endereço e colabore também: http://manosbairros.blogspot.com/ |
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| Escrito por:Karine Hasse - 05/01/2010 14:57 |
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Sem Categoria |
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